Você é daqueles que como eu procuram ter apenas uma senha pra tudo? E-mail, Orkut, Facebook, Twitter, etc… pois é… somos a maioria… hehehehe

Agora vamos ter mais atenção à segurança digital, mais senhas fortes e menos preguiça… Agora, Mãos à Obras!
[Segundos de Sabedoria]
O poder de mensuração é uma razão para que as companhias invistam em blogs próprios
A “febre” das mídias sociais contagiou boa parte das empresas. Em conseqüência, elas passaram a buscar desesperadamente a solução para seus negócios em algumas ferramentas da moda, como Twitter e Facebook, esquecendo, muitas vezes, da importância de ter um blog próprio.
Entretanto, antes de começar a falar sobre os motivos que devem levar as empresas a criarem seus blogs é necessário alertá-las das razões pelas quais elas não devem criá-los. Se a ideia é ter milhares de visitas/dia, centenas de assinantes e gerar inúmeros leads através do blog, não invista nesse canal. A comunicação através das redes sociais e, principalmente, dos blogs não tem esse objetivo e, sem dúvida, será um erro desastroso para o sucesso da marca no ambiente digital.
Por outro lado, se a ideia é se relacionar com o público, ter uma comunicação de duas vias com ele (que significa falar e estar disposto a ouvir) e gerar evangelizadores, então vamos apontar as vantagens de se ter um blog corporativo.
O formato dos conteúdos é outro ponto importante para justificar a criação desse canal. Diferente das outras mídias sociais, em um blog não há limite de caracteres. Isso possibilita que as mensagens da empresa sejam mais aprofundadas. Além disso, com o link dessas postagens, o conteúdo pode ser divulgado em outras redes sociais, com tamanho de textos pré-definidos, como é o caso do Twitter, e que por esse motivo acabam limitando a dimensão da comunicação.
O poder de mensuração é também uma razão para que as companhias invistam em blogs próprios. Apesar das centenas de ferramentas de análise, ainda não há nada que substitua um sistema de Web Analytics instalado no blog. Através dele é possível saber, com maior precisão, quais assuntos geraram mais interesse dos visitantes, qual foi a origem desses usuários, quais foram os passos dele no ambiente virtual, enfim, descobrir detalhes que podem influenciar no sucesso dos negócios. Nesse caso, o blog pode se tornar o centro de gestão de indicadores nas redes sociais para as empresas.
Apesar da penetração dos canais mais atuais, indiscutível na atualidade, o público com mais de 40 anos ainda não aderiu totalmente suas funcionalidades. Entretanto, os blogs são similares as páginas básicas da internet e aos sites corporativos, servindo também como uma porta de relacionamento com essa fatia da população.
A última razão que defendo para que as empresas criem blogs é pelo fato de que elas podem ganhar visibilidade nos resultados dos sites de busca da internet (Google e Bing, por exemplo). Isso porque o blog é linkado por outros sites (o que aumenta a chance de aparecer entre os primeiros resultados) e a própria estrutura do canal facilita a inserção nessas ferramentas da web.
Entendido os benefícios, vamos falar sobre a forma de trabalho em um blog. Na ânsia de se inserir nesse meio de mídias sociais, vemos que algumas empresas não entendem os princípios essenciais desse tipo de mídia.
No blog corporativo não é a empresa que está falando e sim as pessoas da empresa. Elas podem ponderar sobre experiências que tiveram no seu negócio que comprovem o seu sucesso, mostrar a posição da empresa sobre algum tipo de postura no mercado, conversar com o público através dos comentários e, dessa forma, aproximar a empresa dele. É assim que surgem os evangelizadores da marca, aqueles que vão levá-la aonde forem, sem que você precise pagar nada por isso.
É muito comum, em outros países, os próprios líderes postarem conteúdos nos blogs. Esses executivos falam abertamente sobre as diretrizes da empresa, ações realizadas e também sobre assuntos relacionados apenas com o mercado. Além de dar credibilidade, é mais uma forma de aproximar o consumidor da marca.
Para finalizar, destaco uma regra fundamental para quem busca ter sucesso no meio digital: Um blog não deve ser usado para fazer propaganda de produtos ou para elencar os benefícios que o consumidor terá se escolher a sua empresa. A ideia central é se relacionar. Dessa forma, os resultados serão mais positivos do que os alcançados através dos meios tradicionais. Aproveite e Mãos à Obra!
Com a adoção de novas funcionalidades rede espera que pessoas possam interagir com diferentes grupos de amigos. O Orkut anuncia também nova página para aplicativos e lançamento, em breve, de plataforma para comunidades.
Nesta terça-feira, 24,O blog do Orkut informou que a rede está com novidades, a mais legal delas é a funcionalidade que permite organizar os grupos de usuários, também é possível definir como compartilhar informações e mensagens com um determinado perfil de amigos, ou seja, o que era distribuído para todos seus contatos agora pode ser encaminhado para pessoas específicas, evitando misturar, por exemplo, recados para a família com informação destinados à turma de amigos ou do trabalho.
A nova funcionalidade está relacionada a uma mudança no perfil de privacidade, que possibilitará exatamente o envio de mensagens e conteúdos segundo o grupo de amigos escolhido, o controle dessa ação estará na mão do usuário. Em comunicado à imprensa, a companhia aponta que “segue forte em seu caminho de inovação, iniciado ano passado e agora com uma mudança completa de DNA que torna possível às pessoas conversarem de forma simples com seus diferentes grupos sociais”. De acordo com Victor Ribeiro, diretor de produtos do Google da América Latina, tal inovação, “além de facilitar ainda mais a comunicação entre as pessoas, também deve fazer o usuário compartilhar cada vez mais, já que ele sabe exatamente quem terá acesso a seus updates”.
Outras novidades anunciadas via blog são o envio por um único lugar de recados, fotos e vídeos, e a ferramenta para isso está no topo da página do usuário, uma página para jogos e aplicativos (o espaço surge logo abaixo das comunidades), por fim haverá também um sistema que permitirá parar de receber atualizações de alguns amigos ou aplicativos.
Outras melhorias futuras informadas no Blog do Orkut informa será melhorado o serviço de aniversário (também dá para enviar parabéns sem ter de sair da página), de sugestão de amigos e de visitantes recentes. A parte de comunidades também deverá ser revigorada, o que já adiantara que estão testanto uma nova plataforma.
Agora chega de ficar curioso e querendo saber quando poderá se comunicar melhor com seus “amiguxos” do Orkut e Mãos à Obra!
Usuários conseguem ver pontos de atendimento em imagens reais e tridimensionais, assim é muito mais divertido e fácil achar a sua agência.
O aplicativo para iPhone do Citibank permite que o usuário localize agências e caixas eletrônicos do banco, além de serviços da rede Banco24Horas. O usuário utiliza recursos de realidade aumentada para visualização dos pontos de atendimento. Após apontar o celular para uma determinada região será possível ver a localização dos pontos de atendimento com imagens reais e tridimensionais, só para o modelo 3GS.
Quem possui os modelos 2G e 3G, o recurso aparece na função “Mapa”, que mostra a localização do usuário e todos os serviços oferecidos pelo banco na região. Ao clicar em “Agências Citibank”, “Citigold centers”, “Caixas Eletrônicos” ou “Banco24Horas”, aparecerão balões que representam a localização dos serviços mais próximos da localização do usuário. Também é possível fazer uma busca por número da agência e CEP da região.
Outra opção do aplicativo são detalhes dos pontos de atendimento, telefones úteis, SAC e Ouvidoria. O download é gratuito na Apple Store para usuários de iPhone nas versões 2G, 3G e 3GS.
Agora nas horas em que você mais precisar de um caixa eletrônico ou do telefone do seu banco, não será mais preciso para em um posto de gasolina para perguntar onde tem, ou perder minutos preciosos no Citifone, basta ter um iPhone e o aplicativo e Mãos à Obra!
Terceira edição do ProXXIma Pocket apresenta a experiência de Nokia e TAM no relacionamento com o público no mundo virtual
Com o tema “Redes Sociais: engajei, gostei e recomendo”, a terceira edição do ProXXIma Pocket, evento de debates da plataforma ProXXIma, recebeu Rodrigo Terra, head de activation, digital e consumer insights da Nokia, e Renato Ramos, gerente de marketing interativo da TAM. No encontro, realizado na noite da segunda-feira 16, na capital paulista, os profissionais compartilharam a experiência de suas empresas nas redes sociais.
A TAM, que desde 2007 conta com uma gerência responsável pelas ações de e-commerce, sites, base de CRM e comunicação digital, adiantou o lançamento nos próximos meses de um portal batizado de TAMTips. “Nossas ações começaram como broadcast e agora são um diálogo. É o caminho ter esse canal de interação com os consumidores. As redes sociais têm sido mais uma ferramenta nas ações de marketing”, diz Ramos.
O site reunirá todo o conteúdo sobre viagens já gerado pela companhia aérea para suas plataformas offline, e os disponibilizará para tirar dúvidas dos internautas e dar dicas de roteiros turísticos. A proposta do projeto é oferecer o conteúdo de forma ordenada e estimular os comentários e a troca de informações e experiências entre os próprios usuários e também entre a empresa e usuários.
Na opinião de Terra, as redes sociais existem desde os primórdios das relações humanas, e a internet surgiu como um facilitador do relacionamento entre as pessoas enquanto as ferramentas sociais ajudaram a formar grupos, interagir, ouvir e conhecer pessoas. “O mais importante é entender que a informação está livre na rede social e as empresas precisam buscar o melhor direcionamento”, pontua.
A Nokia, por exemplo, tem um projeto de atendimento ao cliente que criou um time formado por cerca de 1500 internautas com conhecimentos além do comum sobre produtos da marca para responderem questionamentos dos consumidores via web. Os participantes não são remunerados e foram identificados em uma comunidade do Orkut dedicada à empresa. A equipe já respondeu a mais de 50 mil perguntas. “Já ouvimos os consumidores há algum tempo. Agora estamos aprendendo a responder”, afirma.
[ProXXima]
Não vai demorar muito para começarmos a ver anúncios em e-books, segundo um recente editorial do Wall Street Journal escrito por um professor de negócios e um ex-editor de livros .
O crescimento de venda dos e-books e a oportunidade para publicidade segmentada significam que o espaço dos e-books está maduro para mensagens corporativas. Isso, a queda de preços de e-books e a planejada loja de e-books da Google, colocam a pressão sobre os editores e varejistas para aumentar as receitas dos livros digitais.
Anúncios nos livros pode soar como heresia. A leitura era para ser envolvente – uma das exigências de um e-reader de sucesso é que ele seja discreto, para que o meio desapareça enquanto o leitor se perde na história. Se o leitor está em uma cadeira em sua casa, pronto para ler, e vê um “Red Bull te dá asas” não parece ser algo que lhe agradará.
Mas a falta de anúncios nos livros de papel não é porque sua leitura é sagrada, segundo Ron Adner e William Vincent. As empresas não anunciam em livros porque não há garantia de quando ou se o livro vai vender. Mas isso segundo eles está mudando:
Resumindo, os livros tradicionais não podem competir com outras mídias de impressão pelos anunciantes. Já os livros digitais podem. Com um sistema integrado, um anunciante ou editora pode incluir anúncios em vários títulos para gerar um volume suficiente. A atualidade também é possível, já que os leitores digitais exigem que o login dos usuários periodicamente em um sistema central.
Os gigantes da tecnologia já perceberam esse potencial. A Google coloca anúncios ao lado de resultados de busca no seu acervo Google Books, que já tem dez milhões de textos digitalizados. A Amazon arquivou no ano passado uma patente para anúncios no Kindle, e a Apple poderia facilmente dar o salto para a publicidade em livros utilizando sua plataforma iAds.
Anúncios em livros pode parecer algo estranho, mas diferentemente do que se pensa, hoje e-books não são uma posse. Você não pode emprestar um e-book a um amigo. A Amazon pode até desaparecer com seu e-book de sua biblioteca caso isso aconteça. Assustador, não?
E você, o que acha? Os anúncios em e-books são uma violação do estimado ritual da leitura? Ou uma ação necessária para subsidiar os preços?
[ReadWriteWeb]
Porque esquci de publicar os “Segundos de Sabedoria” na sexta? Bem, acho que a imagem é auto explicativa.
Sexta não consegui postar no blog, se eu falar que foi só porque eu tava trabalhando e fazendo milhões de entrevistas acho que não iria colar, então eu assumo que um dos motivos foi porque a minha cabeça só pensava em uma coisa…
Agora, segundona é hora de colocar as Mãos a Obras! Boa semana pessoal.
[Segundos de sabedoria]
O que é mais forte na luta para atrair consumidores? Veja os pontos positivos e os negativos
Ao contrário do que diz a crença popular, o vídeo não matou o rádio, o YouTube não derrubou a TV e o Twitter não destruiu os blogueiros. No entanto, em cada caso, o avanço contínuo das novas tecnologias definitivamente obrigou as empresas a evoluírem.
Pode-se argumentar, por exemplo, que alguns dos blogs mais estabelecidos na web beneficiaram de estratégias de partilha de conteúdos que geram enormes links no Twitter. Além disso, anúncios criativos da TV tiveram sua vida facilitada com a exposição adicional no YouTube.
O e-mail, que, de certa forma, teve algumas restrições, ficou atrás das redes sociais. A Nielsen revelou na semana passada que o tempo gasto com e-mail diminuíram em 28%, colocando-o em terceiro lugar, enquanto a rede social na liderança subiu para 43%.
Apesar destas correntes, a realidade é que o e-mail é mais forte do que muita gente pensa. De acordo com um estudo da Econsultancy, com 1.400 consumidores americanos, 42% dos entrevistados preferem receber anúncios de vendas e promoções via e-mail. Em comparação, apenas 3% disseram o mesmo para sites de redes sociais e 1% que preferiram o Twitter.
Agora, os marqueteiros estão começando a enxergar que se eles aproveitarem todos esses canais de forma eficaz pode aumentar o retorno do investimento, e, no processo, estabelecer um vínculo mais profundo com os clientes e os formadores de opinião.
[ProXXima]
Você já imaginou como seriam as redes sociais se elas tivessem sido inventadas na década de 60 0u 70? Bem, imagino como seriam as peças de comunicação.
SKYPE
You Tube
É, sinceramente não seriam tão atrativos como hoje em dia, sem contar que a conexão discada ia dar mais desânimo ainda.
[via e-mail]
Marina Wajnsztejn, do Ü – grupo OON Networking – apresentou, em uma palestra da ProXXima, o conceito e o funcionamento do social karma com as marcas.
Ela começou explicando que a tendência do mercado hoje é utilizar as mídias sociais para se comunicar, e que a rede social digital trouxe a possibilidade das pessoas interagirem de diversas formas, uma vez que o meio digital permite que se relacionem cada vez mais sem fronteiras, com muitos assuntos pipocando.
Desta forma, com as pessoas manifestando-se pela internet – e naturalmente contando histórias – acabam criando histórias que alimentam um karma. E as marcas, buscando falar com as pessoas independente de onde estão, recebem este impacto naturalmente.
Se uma campanha ou um produto são bons, isso reverbera de maneira positiva na rede social, e o contrário também vale – isto é chamado de line social. A presença das marcas nas redes, através de canais como perfis ou páginas, seria o brand social. Sendo assim, o social karma seria o retrato da marca nessas redes sociais, aquilo que falam dela e aquilo que ela carrega, determinado pelo mix do live social, do brand social e das manifestações espontâneas – uma vez que o público é incontrolável, e pode comentar a respeito do que quiser, quando quiser.
Para “medir” o social karma de uma marca, é necessário apurar a sua repercussão nas redes através de quem a comenta. Por exemplo, uma pessoa com 150 mil seguidores que “twitte” algo negativo sobre uma marca, causará mais impacto do que um twitteiro de 150 seguidores; a mesma coisa acontece com comentários positivos. Marina explicou também que as conseqüências do social karma para as marcas são muito positivas, uma vez que, além de garantir um feedback rápido para a empresa, proporciona insights sobre produtos e serviços através da opinião dos consumidores.
No final, Marina explicou a importância da empresa estar inserida nas redes sociais, uma vez que é muito mais fácil falar com o “blogueiro” – ou usuário de rede social – quando se está inserido no canal. Falou também que o buzz total de uma campanha ou produto sempre será incontrolável – assim como o público – já que só uma parte dele é mensurável. E completou sua reflexão dizendo que uma comunidade não existe sem história, e cabe à marca optar por estar lá dentro – e fazer parte dela – ou não.









